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Bahiana conquista 2º lugar entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil

Instituição avança da 6ª posição, em 2025, para o segundo lugar no ranking nacional GPTW 2026, resultado que reflete uma cultura organizacional baseada na confiança, no respeito e na valorização das pessoas.

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A Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública conquistou o 2º lugar entre as Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, na categoria Grandes Empresas, no ranking 2026 do Great Place to Work (GPTW). O resultado foi anunciado na noite de 6 de outubro, em São Paulo, durante a cerimônia que marcou a 30ª edição da premiação nacional, realizada em parceria com a Época Negócios e o Valor Econômico. A lista reconheceu 175 organizações, distribuídas em três categorias de acordo com o número de funcionários. A Bahiana ficou atrás da MAG Seguros e à frente da Tokio Marine Seguradora na classificação de empresas com mil a 9.999 colaboradores.

Representando a instituição na cerimônia, Allana Machado, gestora de Seleção e Desenvolvimento de Pessoas da Bahiana, destacou que a evolução no ranking é resultado de um trabalho contínuo. Em 2016, a instituição ocupava a 72ª posição nacional; em 2025, alcançou o 6º lugar; e, agora, chega ao segundo. “Essa evolução não aconteceu por acaso. Ela é resultado de uma cultura construída diariamente, baseada na escuta, na confiança, no respeito e na valorização das pessoas”, afirmou. Para ela, o desafio diante das transformações tecnológicas é garantir que a inovação permaneça a serviço das pessoas, com consciência, ética e responsabilidade.

A conquista reforça o compromisso da Bahiana com o desenvolvimento profissional, a qualidade de vida e o bem-estar das equipes, além do fortalecimento de lideranças acolhedoras e de práticas de diversidade, inclusão e representatividade. Para Allana, os resultados sustentáveis dependem de ambientes nos quais as pessoas se sintam respeitadas, valorizadas e seguras para expressar suas identidades e contribuir com seu potencial. “Tecnologia e humanidade devem caminhar juntas”, ressaltou a gestora, ao destacar que manter as pessoas no centro das decisões é essencial para consolidar uma cultura organizacional cada vez mais humana e inclusiva. 


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