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Agosto das Artes promove integração entre arte, saúde mental e formação na Bahiana

Programação reuniu apresentações musicais, estandes artísticos e culturais e o lançamento de um livro de poesias nos campi Cabula e Brotas.

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“O Agosto das Artes é, antes de mais nada, uma resistência. A Bahiana faz esse movimento, lembrando como é importante a gente ter contato com todas as linguagens: a música, a dança, o artesanato e outras. A formação não é só em saúde, mas também no dia a dia. A gente se diverte, relaxa, e eu acho que é uma ação muito consciente do Núcleo de Atenção Psicopedagógica (NAPP), que presta atenção ao que favorece o clima para a boa aprendizagem acontecer. O Agosto das Artes é a cara da Bahiana!” É dessa forma que a diretora de Desenvolvimento Artístico e Cultural da Bahiana, prof.ª Luiza Ribeiro, define o Agosto das Artes, que, neste ano, aconteceu nos dias 18 de agosto, no Campus Cabula, e 25 de agosto, no Campus Brotas. A programação diversificada contou com apresentações musicais e estandes artísticos e culturais, espaços onde alunos, professores e colaboradores puderam expressar livremente as suas produções e experiências artísticas.

Para a estudante do 2º semestre de Psicologia Manuela Costa Neiva, a experiência é inovadora: “Eu achei que ia ser só faculdade, só estudo, e ter um evento assim é muito bom. Eu gosto muito de artes. Eu acredito que eventos, como o Agosto das Artes, dão uma ‘quebra’ na ansiedade que a gente sente por causa dos trabalhos, das provas e dos estudos. Isso aqui tira um peso das costas”. Manuela participou do evento interpretando duas canções de “Epic: O Musical”, uma obra inspirada na “Odisseia”, de Homero. Segundo a assessora pedagógica do NAPP, Ruth Aragão, iniciativas da Bahiana, como o Agosto das Artes, buscam justamente promover a saúde mental na instituição. “Isso é fundamental para os alunos, porque quebra a rotina, faz com que eles percebam que estar aqui não é apenas um movimento de estar concentrado nas atividades acadêmicas, não é somente estudar e passar por obrigações, pressões e cobranças, mas poder estar de outro modo dentro da instituição. Isso promove a saúde mental, promove que o estudante possa se integrar, valorizar a relação entre eles, a relação com os professores, perceber os professores também em outro lugar, que, além de ser professor ou professora, essa pessoa também pinta, também faz trabalhos de colagem, também canta.”

Nesta edição, o evento contou ainda com o lançamento do livro de poesias “Para ver de brincadeira”, do estudante do 10º semestre de Psicologia, Gabriel Nabuco. Ele conta que, quando ainda era estudante do ensino médio, lhe indicaram a Bahiana justamente por ser uma instituição que valoriza e promove as linguagens artísticas dentro de seus espaços. “A Bahiana faz questão de colocar as artes, de alguma forma, em seus eventos. Os espaços são organizados para que a arte apareça”, conta Gabriel, que participa da organização do evento e atua como poeta desde o seu 1º semestre na instituição. Ele relata que o seu livro foi escrito ao longo dos cinco anos de curso e que um dos componentes curriculares o despertou para a importância da infância como linguagem. “Eu lembro que a matéria dos brinquedistas, no terceiro semestre do curso foi muito importante, por poder estar em contato com as crianças e escrever sobre esse ‘ver de brincadeira’, esse olho da poesia que é o olhar da criança.” Para adquirir o livro de Gabriel Nabuco, basta enviar uma mensagem privada para o seu perfil no Instagram, @nabuco.poeta, e solicitar um exemplar.

Agosto Das Artes 2026

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